É possível construir obras públicas que conciliem eficiência, inovação, responsabilidade fiscal e compromisso com as futuras gerações? Em um cenário marcado por limitações orçamentárias, crescente demanda por infraestrutura e urgência ambiental, a resposta a essa questão tornou-se um dos maiores desafios da Administração Pública contemporânea.
Partindo da compreensão da sustentabilidade como princípio jurídico multidimensional e direito fundamental orientado ao futuro, esta obra propõe uma reflexão sobre o papel do Estado na indução de práticas mais eficientes e responsáveis na construção civil. Ao examinar os fundamentos teóricos da sustentabilidade e sua aplicação às contratações públicas, a autora demonstra que a busca por melhores resultados exige a superação de modelos tradicionais e a adoção de soluções capazes de integrar desenvolvimento econômico, justiça social e proteção ambiental. Mais do que uma análise normativa, o livro convida o leitor a repensar a finalidade das obras públicas em uma sociedade que precisa construir sem comprometer o amanhã.