Sonhar é um direito. Desse princípio nasceu uma pesquisa que aprendeu com artistas das cinco regiões do Brasil, atravessou oceanos e encontrou os direitos humanos na arte, na ONU em Genebra, na cúpula do G20 no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil e em tantos outros espaços que estão por vir. A partir dos aprendizados com as artistas, Marina Maciel tece o Manifesto dos Direitos Humanos Achados na Arte, em que o sertão de opressão se transforma, pela força da arte, em “Ser Tão Artista”: pleno, livre e corajoso.
Nestas páginas, a arte rompe fronteiras, questiona estruturas e aponta a reparação histórica como horizonte possível. Um convite para aprender com as artistas um direito vivo, colorido, bordado, cantado e lutado, porque são elas as criadoras de novos direitos: ao sonho, à espiritualidade e a tantos outros que a arte há de descobrir, em defesa dos Direitos Humanos Achados na
Arte de Ser Tão Artista.